A história do Oscar de Brad Pitt: uma olhada em suas duas vitórias no Oscar

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Sim, Brad Pitt tem dois Oscars na gaveta. O ator e produtor de primeira linha foi reconhecido pela Academia duas vezes, embora por razões muito diferentes. Uma vitória veio da tela. O outro veio por trás dele.

Seu primeiro troféu chegou em 2020. Pitt levou para casa o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante. O papel foi Cliff Booth em Once Upon a Time…in Hollywood. Quentin Tarantino dirigiu este filme de 2019. O desempenho de Pitt como o dublê descontraído lhe rendeu a estatueta. Foi seu primeiro Oscar de atuação, após anos de indicações.

O segundo prêmio veio de um ângulo diferente. Pitt ganhou um Oscar de Melhor Filme. Ele recebeu esta homenagem como produtor. O filme foi 12 Anos de Escravidão. Steve McQueen dirigiu este drama de 2013. Pitt foi um dos produtores que ajudou a levar o projeto às telas. O filme em si ganhou o prêmio principal na cerimônia de 2014.

Dividindo as vitórias

É fácil presumir que um ator só vence por atuar. Pitt prova o contrário. Seus prêmios destacam dois caminhos distintos para o reconhecimento da Academia.

  • Vitória como ator: Era uma vez… em Hollywood (2019). Categoria: Melhor Ator Coadjuvante. Diretor: Quentin Tarantino.
  • Produzindo Vitória: 12 Anos de Escravidão (2013). Categoria: Melhor Filme. Diretor: Steve McQueen.

Essas vitórias marcaram um período significativo em sua carreira. Um celebra sua capacidade de incorporar um personagem. O outro homenageia sua habilidade em selecionar e conduzir um projeto. Ambas são vitórias legítimas aos olhos da Academia.

Por que é importante

Alguns fãs podem perguntar qual vitória é mais significativa. A resposta depende do que você valoriza. O prêmio de ator coadjuvante reconhece seu ofício diante das câmeras. O prêmio de melhor filme reconhece sua influência na indústria desde a presidência do produtor.

Ter ambos em sua coleção o coloca em um nível único. Nem todo ator-produtor cruzou os dois limites com um Oscar. Pitt tem.

Ele não simplesmente apareceu. Ele trabalhou duro para ambos os papéis. Era necessário memorizar falas e acertar marcas. A outra exigia encontrar o roteiro certo e garantir financiamento. Ambos exigiam paciência.

Agora ele está sentado com duas estátuas de ouro. Eles ficam em uma prateleira em algum lugar. Eles representam lados diferentes do mesmo negócio. Um deles é o desempenho. A outra é a produção.

Isso muda a forma como o vemos? Talvez. Ele não é apenas um rosto. Ele é uma força. A Academia concorda. Duas vezes.

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